HIV 1 e 2

O HIV 1 e o HIV 2 são dos subtipos diferentes do vírus da imunodeficiência humana (HIV), um dos responsáveis pelo desenvolvimento da AIDS e outras doenças do sistema imunológico, que diminuem a resposta do organismo às infecções.

Apesar das amplas campanhas em torno da conscientização do HIV, o Ministério da Saúde acredita que mais de 135 mil pessoas vivem com o vírus no Brasil e ainda não sabem. Para termos uma ideia, só em 2018, mais de 43 mil casos foram registrados no país, com predominância na faixa etária dos 20 aos 34 anos.

No caso do HIV 1 e HIV 2, embora causem a mesma doença e tenham um modo de contágio semelhante, há algumas diferenças importantes, principalmente no que se refere a taxa de transmissão e na forma como a doença evolui.

Tanto o HIV 1 quanto o HIV 2 podem ser contraídos através de relações sexuais desprotegidas. Por esse motivo, o vírus é considerado como parte das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).

Porém, há outras formas de transmissão, como compartilhamento de seringas entre pessoas contaminadas, durante a gravidez, bem como qualquer outro tipo de contato com sangue ou fluidos infectados.

O HIV 2 produz menos partículas virais em comparação com o HIV 1, por esse motivo, o risco de transmissão é menor em pessoas infectadas pelo primeiro subtipo citado.

Justamente por conta disso, a infecção pelo HIV 2 tende a ser mais lenta, fazendo com que os sintomas da AIDS demorem mais para aparecer.

No artigo de hoje, conheça mais sobre os exames para a detecção do HIV 1 e HIV 2 no Laboratório Marcos Donadon!

Como se preparar para o exame de HIV 1 e HIV 2?

Não é necessário nenhum tipo de preparação prévia para o exame de HIV 1 e HIV 2.

Onde realizar o exame?

O exame de HIV 1 e HIV 2 pode ser realizado diretamente aqui no Laboratório Marcos Donadon, sem a necessidade de pedido médico.

Importante ressaltar que a melhor forma de combater o vírus HIV e diminuir a ocorrência da AIDS é por meio da prevenção. Por esse motivo, use camisinha durante as relações sexuais e não compartilhe fluidos corporais por meio de seringas e materiais não esterilizados.

Quer saber mais sobre o exame de HIV 1 e HIV 2? Venha no Laboratório Marcos Donadon, aqui não é necessário agendar!

Telefone: (69) 3229-6917

Whatsapp:  (69) 98501-1938

Rua Joaquim nabuco, 2105 – Centro 76804-340 – Porto Velho – RO

 

Como é feito?

O exame para detecção do vírus HIV 1 e HIV 2 deve ser feito em pelo menos 30 dias após a exposição a situações de risco. Sendo assim, caso você tenha tido relações sexuais desprotegidas ou contato com sangue, secreção e fluidos de infectados, é necessário esperar o mínimo de 1 mês.

O procedimento é bem simples, feito pela coleta de sangue do paciente e análise da amostra. No entanto, também é possível utilizar a saliva para verificar a presença do vírus no organismo.

Independentemente da coleta, o exame é capaz de identificar a presença do HIV 1 e HIV 2.

Vale dizer que muitas pessoas acreditam que um único exame de HIV já é suficiente para o diagnóstico definitivo. Contudo, para isso, é recomendável fazer mais alguns testes.

Em caso de resultado negativo (teste não reagente), mas com histórico ou risco de exposição ao vírus, é aconselhável fazer o exame novamente após 1 ou 2 meses. O mesmo protocolo é seguido quando o resultado é indeterminado.

Se houver alta suspeição de infecção aguda pelo HIV 1 ou HIV 2, mas ainda assim o resultado foi negativo ou indeterminado, o próximo passo é avaliar a carga viral do paciente. A partir dessa análise, tem-se o diagnóstico.

Para que serve?

O exame de HIV 1 e HIV 2 é realizado para identificar a presença do vírus, bem como a sua concentração no organismo do paciente, fornecendo informações relevantes sobre o estágio da infecção. Normalmente, o método de análise realizado em laboratório é conhecido como ELISA.

Conhecer a metodologia nos ajuda na interpretação dos resultados. Sendo assim, algumas conclusões possíveis após o exame são:

  • Reagente: a pessoa contraiu o vírus HIV.

  • Não reagente: a pessoa não está contaminada.

  • Indeterminado: é necessário repetir o teste, pois a amostra não foi clara.

No caso de resultado reagente, ou seja, positivo, é possível realizar outros exames para confirmação da carga viral, como o teste de imunofluorescência indireta para HIV 1. Dessa forma, tem-se um diagnóstico muito mais preciso.

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    Jussara Isa Braga Pacheco
    Responsável técnico
    CRBM: 2417

    Nosso material tem caráter meramente informativo e não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas , consulte o seu médico.

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